Resenha de filme: Sing Street- Música e Sonho

Olá pessoal! Aqui é a Bella com mais um post para vocês. Por conta da quantidade de lição de casa e provas dessas últimas semanas, não pude atualizar o blog e escrever sobre um filme que eu assisti. Ao buscar por um filme que despertasse minha atenção em meio a tantos títulos disponíveis no Netflix, me deparei com Sing Street. Após assisti-lo decidi imediatamente que gostaria de fazer uma resenha dele aqui no blog, já que vi poucos críticos falando dele. Então aqui estão os meus comentários:

Sing-Street-Poster.jpg

Resenha: 4.5 estrelas

Gênero:  Drama/Musical

Direção:  John Carney

Roteiro:  John Carney

Elenco: Ferdia Walsh-Peelo, Lucy Boynton, Jack Reynor, Mark McKenna…

Nacionalidade: Irlanda

Sinopse: Por conta dos problemas financeiros da família, Conor transfere para uma escola pública. Um dia depois da aula, ele conhece a misteriosa Raphina e para impressioná-la, ele pede para que ela apareça em um vídeo da banda dele. Só que tem um probleminha: ele não tem uma banda.

Opinião:

A marca do diretor John Carney é fazer filmes que tenham a música como um de seus personagens principais, então Sing Street não seria diferente. Este longa estreou no ano passado, mas infelizmente não obteve tanto reconhecimento, porque um outro musical original ofuscou seu estrelato: La La Land- Cantando Estacões (leiam a resenha que escrevi dele). Se eu não o tivesse escolhido aleatoriamente no Netflix, provavelmente nunca saberia de sua existência, e nunca teria assistido a um filme tão precioso. 

Em Sing Street, assistimos a jornada de um adolescente passando por problemas na escola, em casa, e com uma garota problemática que abalou seu coração. Até ai, parece ser um filme como qualquer outro filme adolescente, mas é a jornada de Conor para encontrar sua identidade musical junto com a sua banda recém formada que dá o brilho ao filme. Nesse longa que se passa na Irlanda em meio aos anos 80, vemos a descoberta de Conor sobre as grandes bandas de rock como Duran Duran, The Cure e The Jam e como essas bandas influenciam nas músicas e no estilo de sua banda.

Além de ter uma trilha sonora incrível e um tanto nostálgica, as músicas originais da banda de Conor (Sing Street) são realmente maravilhosas. Em cada uma, você consegue perceber as influências musicais e de que experiências na vida do protagonista ele se inspirou na composição. São tão boas e viciantes que eu vou até colocar a playlist do Spotify delas no final da resenha para vocês ouvirem. Eu sei que depois de assistirem ao filme, vão querer ouvi-las por um bom tempo. 

A escolha de elenco também foi um aspecto positivo do filme, pois todos os atores, nem que tivessem pouco tempo em cena, fizeram ótimas performances. As que mais me impressionaram foram a de Lucy Boynton (a Raphina) e a do Jack Reynor (que interpreta o irmão de Conor). Lucy Boynton capta bem a personalidade confusa de Raphina, que está aparentemente sempre feliz quando a sua vida e a sua carreira de modelo parecem não ter futuro. Em outras palavras, ela se sente feliz mesmo quando está triste e com o coração partido.  Jack Reynor que interpreta o irmão de Conor fez um trabalho sensacional interpretando o filho mais velho drogado que largou a faculdade e ainda vive na casa dos pais sem perspectiva de vida. O que mais me intriga é que ao invés dos pais de Conor serem as influências positivas e encorajadoras do filho, é o irmão mais velho que ajuda o irmão com a sua banda e dá os melhores conselhos. Tem uma cena específica que o ator faz um excelente trabalho, que para não dar spoilers, vou deixar para que vocês descubram qual cena estou me dirigindo. 

A direção de John Carney é delicada e suas transições entre o drama da vida do protagonista e o mundo musical perfeito onde Conor encontra o alívio de seus problemas, são bem sutis. Os cenários, maquiagens e figurino trazem uma visão artística vintage ao filme, parece até que estamos assistindo uma obra de arte. 

Sing Street, por fim é o retrato artístico de nossa realidade além de mostrar que precisamos sonhar e sair da nossa zona de conforto para atingirmos nossos objetivos, se não eles estarão sempre longe de serem alcançados. É um filme para se sentir bem e um dos melhores filmes adolescentes dos últimos tempos. 

Citação Predileta:

“Pela nossa arte Cosmo. Você nunca pode fazer uma coisa pela metade.”

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Trailer: (Como esse filme não é muito conhecido, não consegui um trailer com legenda em português)

Playlist:

Não se esqueçam de comentar abaixo o que acharam dessa resenha ou do filme e curtir a página do blog, Blogueira Bella, no Facebook. Para ficar por dentro de tudo que eu escrever de novo, é só registrar seu email na minha newsletter.

Mil beijinhos!

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